segunda-feira, 12 de outubro de 2009

ANOTAÇÕES PARA A HISTÓRIA DA FAMÍLIA ALBERTON

Muito boa gente e muita gente boa...
(Por gentileza, ao postar comentário que pede resposta, favor colocar um email de contato) 


Escrever a história de uma família é de longe uma tarefa fácil, pelo contrário, sempre será incompleta. Como se lê no Evangelho de João 21,25 “Ainda há muitas outras coisas que Jesus fez. Se todas elas fossem escritas, uma por uma, acho que nem no mundo inteiro caberiam os livros que seriam escritos”.

Cabe aqui a mesma clareza: Se fôssemos escrever tudo sobre a família não caberia no mundo os livros que seriam necessários, mas estas poucas considerações foram feitas para que não se perca da memória a história de uma gente de fez história.
Nestas linhas pode ser recordada a frase da canção folclórica que retrata a imigração italiana no Brasil: “Bisogna ricordare dei nostri bisnoni, perche grazie a lori ancoi noi siamo cui” (é preciso recordar os nossos bisnonos, pois graças a eles hoje nós estamos aqui).

Permita-me caro leitor recordar a citação:
“São as pessoas humildes que eu procuro,
O sal da terra por assim dizer,
Aqueles que domaram o solo bruto,
E fizeram nele as sementes florescer”.
(G. Mccoy in: The Sunny Side of Genealogy).

As pesquisas que nos permitem escrever datam da metade do século XIX, na região de Treviso, Itália. Mais precisamente a cidade de Castelfranco Vêneto, foi lá que viveram Giosué Alberton e Angela Fávaro.

Destes dois patriarcas, temos noticia de uma reduzida prole, ou seja apenas 5 filhos a saber: Valentim, Domênico, Antônio, Giovanni e Luigi. Todos teriam vindo para o Brasil durante a grande leva de imigração italiana no final do século XIX.

Destes dois nos focamos em Domenico que chegou a Santa Catarina no ano de 1885. No museu em Orleans, encontramos o título de posse provisória de uma área noventa e sete mil seiscentos e quarenta e quatro e seis décimos (97,644,6) braças quadradas, equivalentes a quatrocentos e setenta e dois mil e seiscentos metros quadrados. O título consta no registro das terra da colônia Grão Pará a vinte e seis de dezembro de 1885. O referido terreno se localiza na região de Rio Pinheiros no município de Orleans – SC.

DOMENICO ALBERTON, nasceu aos 22 de dezembro de 1860 em Treville di Castelfranco Veneto (Treviso – Itália), foi batizado no dia seguinte na parochia de San Daniele Profeta.
Nada temos documentado sobre o a vida de Dômenico na Itália e quase nada no Brasil. Sua história no velho continente não terá sido muito diferente de todos os italianos da sua época. Vir para o Brasil era o sonho de muitos colonos daquela época onde iriam encontrar a riqueza e a felicidade e muita terra pra trabalhar.

No sul de Santa Catarina, se casou com Anna Baggio, também ela italiana. Deste Casamento nasceram 9 filhos (João, Giusepe, Luiz, Miguel, Rosa, Domenica, Maria, Bernardina, e Luiza). Na certidão de óbito estão registrados 8 filhos, segundo relatos de parentes, D. Anna, teria ficado viúva e grávida da filha que depois recebeu o nome de Dômenica. Domingos viveu apenas 44 anos, faleceu aos 08 de março de 1904. A Senhora Anna Baggio viveu 74 anos e faleceu em 11 de outubro de 1940 no distrito de Rio Pinheiros – Orleans – SC. A sepultura de ambos encontra-se no cemitério daquela localidade até os dias de hoje.

Destes filhos a limitação dos meus conhecimentos permite que escreva algo sobre os descendentes de João Alberton. Este nasceu aos 03 de agosto de 1890, e foi batizado no dia 30 do mesmo mês na paróquia São Ludgero na cidade do mesmo nome Diocese de Tubarão Santa Catarina.

João Alberton, conhecido pelo apelido de “Nanni”, se casou no dia 26 de janeiro de 1912, tinha na ocasião 21 anos de idade. Angelina Morgan, foi sua companheira, à qual lhe deu 10 filhos a saber:
Manoel (conhecido por tio Mene)
Alice (Tia Lice)
Ana (Tia Nineta)
Antônio (Tio Nico)
João Batista (Tio Batista)
Angelo (Tio Arcenio)
Erminio (Tio Erminio)
Lauro (Tio Lauro)
Maria (Tia Maria)
Valentim.

João e Angelina, viveram quase toda a vida no vilarejo denominado Invernada, no município de Orleans, SC. Sua ocupação principal era “tafoneiro”. Isto é, o “Velho Nani” tinha um moinho de fubá, nesta sua tarefa garantiu o sustento de toda a família. Já com idade avançada o casal passou a residir na cidade de Grão Pará, na casa do Tio Batista, com quem viveram até o fim de suas vidas.

Sobre o “Velho Nani”, eu ouvi pessoalmente do meu pai poucas histórias, mas permita-me recordar a título de gracejo que sempre foi para as crianças. Meu pai se referia ao nono com um ar de quem tinha alegria mas não deixava de fazer piada do fracasso na arte da política. O Verso dizia mais ou menos assim:
“O velho Nani era um grande tafoneiro
E meteu-se na política, levou um chute no traseiro”.

A parte isso, quem nos repassou esta história, (o tio Nico, nosso Pai), não era menos ‘politiqueiro’ que o seu genitor. Semi-analfabeto, o Tio Nico aprendeu desenhar o seu nome para fazer o título de eleitor, quando o Brasil permitiu o voto dos analfabetos. Na década de 1970. Um pouco mais sobre esta arte falarei nos próximos parágrafos.

O nome dos filhos, conforme citado acima, não está de acordo com a ordem por idade. As poucas informações de cada um deles os dão conta que o Tio Mene, que se casou com a Sra. Emilia Ascari, superou a todos em longevidade, tendo alcançado os 93 anos faleceu em 2004 em Grão Pará – SC.

Tia Lice, se casou com José Orbem e na década de 1940 vieram no Paraná onde viveu até o ano de 1991. Tia Ana que se casou com Antônio Orbem, também veio para o Paraná e viveu até o ano de 1991. A primeira terminou sua peregrinação nesta terra na cidade de Três Barras no Paraná. A segunda na cidade Nova Prata do Iguaçu. Tio Arcenio se casou com Angelina ainda viva. Veio para Nova Prata do Iguaçu no final dos 1950 onde faleceu, muito jovem, no ano de 1974. Tio Erminio, se casou com a Senhora Olinda, com quem viveu por mais de 50 anos, residiu a maior parte dos seus anos na cidade de Verê, para onde veio na década de 1950, e Dois Vizinhos, onde faleceu em outubro de 1992. João Batista, nunca saiu do Grão Pará, viveu também ele, até o ano de 1992. Casado com a Senhora Maria foi quem cuidou dos patriarcas João e Angelina até o final dos seus dias. Lauro que se casou com a Senhora Nilda viveu só até o ano de 1974. Tia Nilda como é conhecida vive até hoje na cidade de Orleans – SC. Valentim, faleceu ainda solteiro, sem deixar descendência. Tia Maria, que se casou com o Sr. Cesário Ascari, nunca saiu da Invernada onde vive até os dias de hoje.

Esta “renca” de irmãos deixou além de uma prole numerosa, cujos nomes parece impossível mencionar num artigo desta natureza, nos deixou muitas outras histórias que aos poucos se poderá completar.

Não está mencionado aqui o “tio Nico”, meu pai, sobre quem falarei noutros artigos também publicado neste blog.

Elcio Alberton




28 comentários:

  1. Que bacana! Adorei conhecer um pouquinho da história de uma família tão numerosa que nos trouxe de presente, você pessoa maravilhosa, que conheci em C.Verde e que por sua competência,responsabilidade e dedicação em tudo o que faz, me fez sua admiradora e porque não dizer, sua amiga. Quero saber mais...continue contando...beijão!!!

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  2. Nossa é uma família muito linda e sabemos que cada um faz parte de nossa históri.

    E vc tb faz parte da nossa história.
    Um carinhoso abraço.

    Rosangela/ Infoblu/ Blumenau

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  3. Senhor Elcio Alberton, meu nome é Ângelo Campo, li no início do blog que os primeiros imigrantes da sua familia vindos da Itália foram, além do senhor Domênico, vieram com ele mais quatro irmãos. Meu bisavô se chamava Antonio Alberton, será ele o irmão do senhor Domênico?

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  4. Boa noite Ângelo. Você mora onde? Talvez até seja seu bisavo este Antônio nomeado no meu texto. Seus parentes são do Sul de Santa Catarina?
    Podemos ir mantendo contato.
    Abraço

    Elcio

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    1. Oi padre Élcio...Meu vô tmbm era dos Alberton.
      Hilário Alberton Ferreira....Vc conheceu?Ele morava em braço do norte SC ..Tmbm em Orleans.

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  5. Professor Elcio,precisamos saber algo sobre Teofilo Joao Alberton(filho de quem, onde vive)?

    Solicito retorno urgente, queremos requerer, cidadania Italia, pois minha esposa e neta do Sr.Teofilo Joao Alberton.

    Abraços
    Mario Alberto

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  6. INTERESSANTE,MEU PAI SE CHAMAVA ANTONIO ALBERTON E TINHA APELIDO DE ''NICO'',UM TIO MEU SE CHAMAVA JOÃO ALBERTON E O APELIDO DE ''NANNIN''...NÃO SEI DE QUE REGIÃO MEU AVOS VIERAM SEI QUE SÃO DO NORTE DA ITALIA...

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  7. Bom dia Elcio sou Fernando Alberton filho do falecido Bruno alberton neto do Sr Erminio e Olinda, fiquei muito feliz com este seu trabalho parabens, que Deus sempre te abencoe e boa festa da familia dia 16 pretento ainda participar..abraço

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  8. Sou Joel Alberton
    Meu avô era Raimundo Alberton, natural de Orleans SC
    Seus pais Agustinho Alberton e angelina Alberton
    Seus irmãos; Celeste, Leonel,Pedro,Dominga, Ema e lÚcia

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    1. Olá Joel!! Sou neta de Ema Alberton.....me chamo Rosangela Figueiredo Estevao, meu pai Nildi Saul Estevao..infelizmente não foi registrado com o sobrenome de minha avó. Onde você mora??

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  9. Muito obrigado pelos comentários ao texto. Informo a todos que não tenho respondido alguns questionamentos, pois uma vez que você só faz o comentário sem colocar um email para resposta fico impossibilitado de dar retorno. Os comentários que fazem não permitem resposta.
    Abraço
    Elcio

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    1. Olá, deixo todos os meus contatos por favor se possível uma resposta fico muito satisfeito.

      Joel Alberton
      joel.alberton@hotmail.com
      51-34387802
      51-92035572

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  10. soraya milena lochdomingo, março 20, 2011

    Soraya Milena Loch,SC,Timbó.
    Meu pai tem parentesco com a família Alberton,pois minha avó paterna tinha este sobrenome de solteira,ela também é de Orleans.
    Meu email é sorayaloch@hotmail.com

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  11. Fiquei muito feliz ao saber um pouco da historia dos certamente meus parentes... Me chamo Odelise Alberton, Neta de Joao CLemente Alberton... Farei o possivel para participar do encontro da familia alberton, conhecer boa parte dessa familia maravilhosa... Belo trabalho o seu, PARABENS!!!
    Saudaçoes a todos da familia...

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  12. Rosângela Figueiredo Estevãodomingo, maio 29, 2011

    Boa noite, estou muito emocionada pelo depoimento do Joel Alberton, pois sei muito pouco sobre minha família, e minha Avó se chamava Ema Alberton e morava em Orleans, pelo que sei seus pais se chamavam augusto e angela alberton. O Senhor saberia me dizer algo sobre eles??? abs
    meu email: ro_eliane@hotmail.com

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  13. Olá, bom dia a todos.
    Rosângela, me surpreendi com teu depoimento,isso pode ser algo muito interessante para nos.
    Se quiseres me contata.
    joel.alberton@hotmail.com

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    1. Bom dia pessoal, estou tentando encontrar os documentos de mou avô Raimundo Alberton, consegui o registro de casamento dele que ocorreu em Santo Angelo RS. Diz que ele nasceu em Orleans SC no 01/05/1907, sendo filho de Augustinho Alberton e Angelina Alberton.
      Por favor se alguem tem alguma informação.
      Contato
      51-34387802
      51-92035572
      joel.alberton@hotmail.com

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  14. Me chamo Rosinei Alberton, sou filha de Ivani Alberton e Ana Alberton, neta de João Clemente Alberton, nossa familia veio do Rio Grande do Sul, não consegui me identificar dentro da sua narrativa histórica, gostaria de saber mais sobre os albertons do Rio Grande do Sulll...

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  15. Olá Rosinei Alberton
    Vc é filha de Ivani Alberton e Ana Pivatto
    seus avós: João Clemente Alberton e Ana Bertol
    bisavós: Pedro Albertom ccasado com Giuseppina Marca,Pedro nasceu em 27/01/1884 na localidade de Linha Nova(atual Linha Camargo) Conde D´Eu(atual Garibaldi/RS)Pedro faleceu em 09/07/1969 eGiuseppina em 29/12/1968,estão sepultados no cemitério São Caetano na Linha Garibaldi,Nova Bréscia/RS.
    Seus tataravós(triavós)são os imigrantes italianos,naturais de Maróstica,província de Treviso,Itália. Antônio Alberton e Catherine Agostini.
    Obs.:dia 16/10/2011 será o primeiro encontro dos ALBERTON, na localidade de Linha Camargo,Garibaldi/RS.Após 45 anos de muita pesquisa e trabalho do meu irmão pe.Santo Monegat e de outros vai ser lançado o livro História da família ALBERTON na Itália e no Brasil.Reserve essa data.
    Rosinei,seu tataravó é tb meu bisavô,seu avô João Clemente é primo em primeiro grau da minha falecida mãe Gentília Manuella Alberton(filha de Santo Alberton e Rosa Damiani)
    a
    un gran abráccio a tutti i Alberton

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  16. Olá... Me chamo Taís Beltramin, sou prima de Idelise Alberton e Rosinei Alberton que escreveram acima. Sou neta de João Clemente Alberton e Ana Bertol.. minha mãe Vilde Alberton. Estou a procura de dctos para a cidadania Italiana. Minha mãe disse-me sobre o encontro da Família e do livro. Farei de tudo para estar presente, mas não sendo possível, podemos manter contato? Este livro pode ser adquirido? Com relacao a dctos de imigrantes foi possível juntar suficientes para a cidadania? Pode me passar ctt de telefone? Desde já obrigada! Saudosamente Taís

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  17. Olá! minha bisavó materna era Valentina Alberton, minha avó é Elisena Della Giustina, eram de Orleans SC. Vc já ouviu falar sobre Valetina?

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  18. OLÁ PADRE ELCIO,
    GOSTARIA DE REGISTRAR QUE MEU TATARAVÔ CHAMASSE TATARAVÔ GIOVANNI ALBERTON E TATARAVÓ ANTÔNIA SMANIA CHEGOU AO BRASIL 5/11/1888,MEUS BISAVÔ VALENTIM ALBERTON E MINHA BISAVÓ PAULINA ZANELLA,MEUS AVÔ CHAMASSE VERGINIO ALBERTON E MINHA AVÓ ANITA JUNG ALBERTON,SOU FILHA DE ZULMA ALBERTON GHISI E JOSE GHISI DE ORLEANS/SC,MAS ATUALMENTE MORAOS EM FLORIANOPOLIS/SC. PRECISANDO ESTOU A DISPOSIÇÃO. MARCIA

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    1. Olá Marcia, por acaso sabe alguma coisa sobre Raimundo Alberton, natural de Orleans, pelo que sei ele era filho de Augusto Alberton e Angelina Aberton. Não consigo o regietro de nascimento dele.
      Obrigado.

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  19. Olá Pe Élcio, tudo bem??

    Tentei deixar recado no seu blog, mas não consegui, então achei melhor lhe enviar um email.

    Meu nome é Márcia e estávamos tentando a dupla cidadania, mas no meio do caminho ( ou melhor, já no final rsrs ) descobrimos que meu bisavô se naturalizou brasileiro, o que nos impede de sermos cidadãos italianos. É muito bom descobrir de quem descendemos e por isso estou lhe escrevendo. Gostaria de adquirir o livro dos Alberton, mas não sei se faz parte da minha história. Meu bisavô chamava-se Angelo Alberton Secondo (aqui passou a chamar Angelo Alberton Luiz), nascido em Castelfranco Veneto, no dia 05/07/1883. Filho de Luigi Alberton e Candida Frasson. Seus irmãos eram: Bernardo, Tereza, Rosa, Valentino, Maria e Emília.Ele casou-se com Adelaide Morgan e tiveram 4 filhos: Maria, Hermínio, Luíza e Luiz Alberton Netto, meu avô. Percebi no seu blog, que seus parentes também vieram de Castelfranco, mas não sei se somos parentes. Estou curiosa!

    Gostaria de ter publicado no seu blog, talvez algum parente meu que lesse, poderia me ajudar.

    Obrigada por partilhar sua história conosco. Nossos netos, bisnetos, tataranetos, etc agradecerão.

    Fique na paz do Senhor.



    Márcia.

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    1. MÁRCIA NÃO LEMBRO SE JÁ LHE RESPONDI, MAS VEJA QUE INDEPENDENTE DE TER PARENTESCO COM A GENTE, VOCÊ VAI GOSTAR DE LER O MEU LIVRO.
      SE INTERESSAR PODEMOS MANTER CONTATO POR EMAIL
      padreelcioalberton@hotmail.com

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  20. Olá Padre Elcio, tudo bom? Então estou a procura para descobrir quem foi meu antenato que veio da Italia, só que está bem dificil porque somente nomes dos meus nonnos e dos meus Bisas.

    Pedro Alberton e Julia Nunes Alberton. (Bisas)
    Domingos Alberton (nonno) Olga Alberton (nonna).
    Agradeço a atenção!!
    Buona giornata!! Andressa Alberton

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  21. Olá Padre Elcio tudo bom? Então estou em busca da minha cidadania, mas esta um pouquinho complicado. Tenho somente os nomes de meus nonno e bisas:
    Pedro Alberton e Julia Nunes Alberton. (Bisas)
    Domingos Alberton (nonno) Olga Curbani (nonna). Você teria alguma informação? Vi ali em cima que o avÔ do Joel Alberton se chamava Raimundo Alberton e que tinha um irmão chamado Pedro Alberton, será que é o mesmo Pedro?
    Agradeço a atenção!!
    Buona giornata!! Andressa Alberton
    dessatdbeh@hotmail.com

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  22. Boa noite, gostaria de saber quando escreveu seu livro encontrou alguma família de sobrenome Luiza ou Luisa. Pois é o sobrenome de minha avó que era natural de Orleans.

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